VACINAS

O que há nas vacinas?

Alguma vez nos perguntámos o que há nas vacinas? Segundo a página de aditivos nas vacinas dos Centros de Controlo das Doenças, E.U.A, existem substâncias integradas nas vacinas que habitualmente a população mundial está a receber e denominadas “aditivos das vacinas”. São eles:

Alumínio – Sob a forma de gel, ou de sais de alumínio, que são adicionados como adjuvantes para auxiliar a vacina a estimular uma melhor resposta orgânica. Os adjuvantes ajudam a causar uma resposta imunitária à vacina mais rápida, mais potente e mais persistente. Estamos a falar de um metal pesado que é causa de demências, nomeadamente Doença de Alzheimer. Nunca nos devemos injectar com alumínio!

Antibióticos – São adicionados a algumas vacinas para prevenir o crescimento de bactérias durante a produção e armazenamento da vacina. Nenhuma vacina produzida nos E.U.A. contém penicilina. Químicos que promovem “super-estirpes bacterianas” que são mortais por se tornarem resistentes a todos os antibióticos conhecidos e que nos E.U.A. matam milhares de cidadãos americanos.   Proteína do ovo- Encontra-se nas vacinas da lnfkuenza e da Febre Amarela, que são preparadas utilizando ovos de galinha. Normalmente as pessoas que comem ovos, ou derivados do ovo, podem receber este tipo de vacina em segurança. Muita atenção às alergias alimentares ao ovo que são contra-indicação para este tipo de vacinas.

Formaldeído – É utilizado para inactivar produtos bacterianos para vacinas toxoides (são vacinas que utilizam uma toxina bacteriana inactiva para produzir imunidade). Também é utilizado para destruir viroses e bactérias que podem contaminar a vacina durante a sua produção. A maioria do formaldeído é removido da vacina antes da sua embalagem final. Um químico que é utilizado para preservar cadáveres. E altamente tóxico para o sistema nervoso, causando cegueira, destruição cerebral e convulsões. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos E.U.A. abertamente admite que ” .. .formaldehyde causes eaneer.” Podemos verificar esta afirmação no site “National Toxicology Program”, no Relatório nº12 sobre Carcinogénicos. Este documento refere-se ao formaldeído na “folha de factos” sem referir o uso deste químico nas vacinas. Isto é um “pequeno segredo” governamental da indústria das vacinas. Contudo estabelece que “formaldehyde causes myeloid leukemia, and rare cancers including sinosal and nasopharyngeal cancer”.

Glutamato monossódico (MSG) e o 2- fenoxi-etanol – São utilizados como estabilizadores We look forward to a productive 2014-15 year!The district has much to be accomplished as we strive to achieve the recently established district goals. numa série de vacinas para auxiliar a manter a vacina sem se degradar quando a esta fica sob a acção do calor, luz, acidez ou humidade. Referimo-nos a um químico neurotóxico conhecido como “excitotoxin”. Causa uma excitação dos neurónios até ao ponto em que morrem. MSG é neurotóxico mesmo quando consumido em alimentos causando enxaquecas e destruição do sistema endócrino. Nunca devemos permitir injectar MSG no nosso organismo!. .. Isto é o que fazem os trabalhadores da saúde quando nos injectam vacinas!

Timerosal – É um conservante mercurial que é adicionado às ampolas da vacina que contém mais do que uma dose capaz de prevenir o crescimento de bacterias potencialmente perigosas e que são contaminantes interiores das ampolas. É um composto metil mercúrio que causa grave e permanente destruição do sistema nervoso. O mercúrio é altamente tóxico para o cérebro. Nunca devemos tocar, engolir ou injectar mercúrio em qualquer que seja a dose, mesmo mínima! Não existe dose segura de mercúrio!. .. Os médicos e os apoiantes das vacinas junto de nós mentem dizendo que não existe mercúrio nas vacinas. Até o C.D.C. admite que as vacinas continuam a conter mercúrio!… o “Natíonal Toxicology Programs”, dos E.U.A. admite em documentos por si emanados que:

• Vacinas:” … podem causar pequenos, mas mesuráveis, aumentos no sangue do nível de mercúrio. ”
• Timerosal:” O timerosal atravessa a barreira hemato-encefálica e a barreira placentária. ” • Toxicidade cerebral e renal: ” … a toxicidade de timerosal inclui neurotoxicidade e nefrotoxicidade. “.
• Perfis toxicológicos: ” … o perfil toxicológico semelhante entre etilmercúrio e metilmercúrio avança com a possibiliadde de que a neurotoxicidade pode ocorrer em baixas doses de timerosal. “.
• Segurança: ” … não existem normas para uma exposição segura ao etilmercúrio, o metabolito do timerosal. “.
• Agência de Protecção do Ambiente: ” … o determinado é que o timerosal, como conservante, em vacinas pode resultar numa toma de mercúrio durante os primeiros seis meses de vida que excede as normas e recomendações da Agência de Protecção do Ambiente (EPA).
• ” … Nos E.U.A., o timerosal está ainda presente como conservante em algumas vacinas administradas a crianças, bem como em certos produtos biológicos recomendados durante a gravidez. O timerosal mantém-se como conservante em algumas vacinas administradas a adolescentes e adultos. Ainda, o timerosal continua a ser usado internacionalmente como um conservante de vacinas. Este relatório afirma que segundo estudos da Food and Drug Administration (FDA) revelam que o timerosal e outros são perfeitamente seguros e que os fabricantes de vacinas estão a “trabalhar” para retirar o timerosal das vacinas, mas na realidade esta conservante continua a estar presente nas vacinas…

Este relatório revela ainda que a FDA exige conservantes, como o timerosal, só nas chamadas vacinas “multi-dose”, ou seja frascos que contenham mais que uma dose de vacina. As companhias farmacêuticas podem, caso pretendam, produzir vacinas em “dose-única” limpas, sem mercúrio I timerosal. Contudo, preferem estas companhias, produzir vacinas “multi-doses” porque é mais rentável financeiramente produzir vacinas “multi-doses” contendo conservantes. Como o próprio relatório admite, ” … os conservantes não são necessários para os produtos formulados em ampolas de “dose-única”. As vacinas em fracos “multi-dose” são preferidos por alguns médicos e clínicas de saúde porque são mais baratos por dose de vacina e requerem menos espaço de armazenamento.” Bem após estes pequenos dados resumidos, acho que os pais devem devem consultar os pediatras e informarem-se muito bem antes de vacinarem os filhos e preferirem vacinas em ampolas individuais … sem conservantes!

Pela vossa saúde, Prof.  J. Cunha

1- Risk of narcoplesia in children and young people receiving AS03. B.M.J., 2013; 346: t794
2- Guillán.Barré Syndrome after Influenza Vaccination in adults. Juurlink, David N. et alI. Arch. Intern. Med., 2006; 166: 2217-2221.
3- Décompte effectué par Sanevax.
http://sanevax.org/breaking-news-gardasil-fingerprints-found-in-post-mortem-samples
4- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22249285
5- http://www.quechoisir.org
6- http://www.gardasilandunexplaineddeaths.com/