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PHDA – PERTURBAÇÃO DE HIPERATIVIDADE E DÉFICE DE ATENÇÃO

Date: Março 22, 2016

Estudo de caso:

No âmbito do Curso de Terapeuta Holístico realizado no Instituto Português de Medicina Holística Integrativa (IPMHI), a aluna nº 60 IPMHI Teresa Vieira realizou, como trabalho de fim de curso, um Estudo de Caso – A eficácia das Terapias Holísticas na PHDA Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção.

Por se tratar de um tema bastante actual e que pode ser útil para pais, educadores, terapeutas e outros interessados na matéria, transcrevemos abaixo um resumo dos capítulos presentes no estudo em questão.

Fundamentação
Há mais de duas décadas que tenho vindo a presenciar constantes mudanças ligadas à minha área profissional, o ensino. A sociedade em si movimenta-se de uma forma tão rápida que nem todos estão aptos e conseguem acompanhá-la, criando e instituindo medos, inseguranças, desequilíbrios que afectam, inevitavelmente, a parte emocional, mental, física e espiritual. Decidi fazer este estudo, num aluno específico, com o objetivo de poder ajudar a desenvolver crianças/adultos mais felizes, confiantes e seguros do percurso que têm a fazer.

(…)

De acordo com a literatura actual, os sintomas do Transtorno de Défice de Atenção/Hiperactividade (TDAH) são originados por disfunções no funcionamento cerebral. (…). Embora os resultados ainda não sejam definitivos, uma série de estudos de neuro imagem, neuropsicologia e bioquímica vêm comprovando essa ideia (FARAONE e cols., 1998). (…) Uma das primeiras foi a da disfunção frontolímbica, considerando que o TDAH não seria, em essência, um distúrbio da atenção, mas o resultado de uma falha no desenvolvimento dos circuitos cerebrais que possibilitam a inibição e o autocontrole. Um fraco controlo inibitório da região cortical frontal sobre as funções límbicas seria a origem dos sintomas desse transtorno. (…)

Dados de estudos neuro psicológicos mostraram que crianças com TDAH têm um desempenho prejudicado em tarefas que demandam funções cognitivas tais como atenção, percepção, planeamento e organização, além de falhas na inibição comportamental, processos relacionados com o lobo frontal e com as áreas subcorticais.

Estima-se que cerca de 3 a 6% das crianças na idade escolar (mais ou menos de 6 a 12 anos de idade) apresentem hiperactividade e/ou défice de atenção. O diagnóstico antes dos quatro ou cinco anos raramente é feito, pois o comportamento das crianças nessa idade é muito variável e a atenção não é tão exigida quanto de crianças maiores.

Mesmo assim, algumas crianças desenvolvem o transtorno numa idade bem precoce. Aproximadamente 60% dos pacientes que apresentaram TDAH na infância permanecem com sintomas na idade adulta, embora que em menor grau de intensidade. Na infância, o transtorno é mais comum em meninos e predominam os sintomas de hiperactividade. Com o passar dos anos, os sintomas de hiperactividade tendem a diminuir, permanecendo mais frequentemente a desatenção, e diminuindo a proporção homem x mulher, que passa a ser de um para um.

Geralmente o problema é mais notado quando a criança inicia atividades na escola. Durante o início da adolescência o quadro geralmente mantém-se o mesmo, com problemas predominantemente escolares, mas no final da adolescência e início da vida adulta o transtorno pode acompanhar-se de problemas de conduta (mau comportamento) e problemas de trabalho e de relacionamentos com outras pessoas. Porém, no final da adolescência e início da vida adulta ocorrem melhoras nos sintomas, principalmente da hiperactividade, o que permite que muitos pacientes adultos não necessitem mais realizar tratamento medicamentoso para os sintomas.

Causas
Os estudos mais recentes apontam para a genética como principal causa relacionada ao transtorno. Aproximadamente 75% das hipóteses de alguém desenvolver ou não o TDAH são herdadas dos pais. Além da genética, situações externas como o fumo durante a gestação também parecem estar relacionados com o transtorno. Fatores orgânicos como atrasado no amadurecimento de determinadas áreas cerebrais e alterações em alguns de seus circuitos estão actualmente relacionados com o aparecimento dos sintomas.

Supõe-se que todos esses fatores formem uma predisposição básica (orgânica) do indivíduo para desenvolver o problema, que pode vir a manifestar-se quando a pessoa é submetida a um nível maior de exigência de concentração e desempenho. Além disso, a exposição a eventos psicológicos stressantes, como uma perturbação no equilíbrio familiar, ou outros fatores geradores de ansiedade, podem agir como desencadeadores ou mantedores dos sintomas.

(…) A hipótese de Feingol propõe que os fatores nutricionais podem induzir à hiperactividade, nomeadamente nos alimentos que possuem: aditivos alimentarem (BHT e BHA), corantes artificiais, aromatizantes, emulsionantes, nitratos e sulfitos. 

A ingestão de excesso de carboidratos, o défice de Vitaminas, principalmente do grupo B, a falta de Ómega3, a deficiência de proteínas (que induz a uma baixa produção de dopamina contribuem para este desequilíbrio.dopamina (DA) (…) está envolvida no controle de movimentos, aprendizado, humor, emoções, cognição e memória (in pt.wikipedia.org).

Também o “envenenamento ambiental” como a poluição do ar, do solo (uso de pesticidas e herbicidas), da água, sonora e electromagnética, são factores que têm acção no nosso organismo e diariamente entram no nosso quotidiano, estando relacionados com o défice de atenção e hiperactividade nas crianças.

(…)

Segundo as psiquiatras, Dra. Alice Sibile Koch e Dra. Dayane Diomário da Rosa, os sintomas da desatenção e hiperactividade são os seguintes:

Sintomas da pessoa com desatenção

  • Frequentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras;
  • Com frequência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades recreativas;
  • Com frequência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais, não chegando ao final das tarefas;
  • Frequentemente tem dificuldade na organização de suas tarefas e atividades;
  • Com frequência evita, antipatiza ou reluta em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa);
  • Frequentemente perde coisas necessárias para tarefas ou atividades e apresenta esquecimento de atividades diárias;
  • É facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa principal que está executando;

 

Sintomas da pessoa com hiperactividade

Uma pessoa pode apresentar o transtorno de hiperactividade quando a maioria dos seguintes sintomas torna-se uma ocorrência constante em sua vida:

  • Frequentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira;
  • Com frequência abandona sua cadeira em sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;
  • Frequentemente corre ou escala em demasia, em situações nas quais isso é inapropriado (em adolescentes e adultos, isso pode não ocorrer, mas a pessoa deixa nos outros uma sensação de constante inquietação);
  • Com frequência tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer;
  • Está frequentemente “a mil” ou muitas vezes age como se estivesse “a todo vapor”;
  • Frequentemente fala em demasia.

Além dos sintomas anteriores referentes ao excesso de actividade em pessoas com hiperactividade, podem ocorrer outros sintomas relacionados ao que se chama impulsividade, a qual estaria relacionada aos seguintes aspectos:

  • Frequentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas;
  • Com frequência tem dificuldade para aguardar sua vez;
  • Frequentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por exemplo, intrometendo-se em conversas ou brincadeiras de colegas).

Diagnóstico

O diagnóstico é feito por um profissional de saúde capacitado, geralmente neurologista, pediatra ou psiquiatra. (…)

Tratamento médico
Normalmente, o tratamento envolve o uso de medicação, algum psicostimulante específico para o sistema nervoso central, uso de alguns antidepressivos ou outras medicações. Deve haver um acompanhamento do progresso da terapia, através da família e da escola. Além do tratamento medicamentoso, uma psicoterapia deve ser mantida, na maioria dos casos, pela necessidade de atenção à criança (ou adulto) devido à mudança de comportamento que deve ocorrer com a melhora dos sintomas, por causa do aconselhamento que se deve fazer aos pais e para tratamento de qualquer problema específico do desenvolvimento que possa estar associado. (…)

Uma exigência quase universal consiste em ajudar os pais a reconhecerem que a permissividade não é útil para a criança, mas que utilizando um modelo claro e previsível de recompensas e punições, baseado em terapias comportamentais, o desenvolvimento da criança pode ser melhor acompanhado.

Capítulo II – Terapias a aplicar em casos de PHDA

(…)

A nível da Nutrição
Segundo o Dr. Frederico Lobo, existem as seguintes orientações para minimizar o défice de atenção:

Eliminar:

  • Aditivos e alérgenos alimentares da dieta (corantes, conservantes, antioxidantes, emulsionantes, estabilizadores, espessantes, gelificantes, edulcorantes (adoçantes);
  • Aditivos alimentares mais ligados à PHDA, a eliminar: BHA e BHT. (…) Estão presentes na cosmética e nos alimentos. Ex.: batons, sombras, cosmética para cabelo, protectores solares, desodorizantes, perfumes, cremes, medicamentos, borracha, plástico, manteiga, toucinho, carnes, doces, cerveja, batatas e fastfood;
  • Corantes ligados à PHDA: E102 ou C.I.19140 (Tartrazina); E142 (Verde Rápido); E110, Amarelo6 ou C.I.15985 (Amarelo Crepúsculo); E131 (Azul Patente V); E122 (Azorrubina); Ponceau 4R (C.I.16255) ou Vermelho Cochineal A, C.I. Vermelho Ácido 18; E124 (Escarlate Brilhante 4R); E129 (Vermelho 40, Vermelho Allura, Vermelho Alimentício 17, C.I. 16035); E127 (Eritrosina, Vermelho nº3); E133 (Azul Brilhante, Azul nº1, Azul Ácido 9);
  • Alimentos que tenham na sua composição Glutamato Monossódico (sal sódico ácido glutâmico); aditivo alimentar E621 (realça o sabor de sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas, salgados, batatas fritas, mortadela, presunto, Knorr…);
  • Alérgenos ligados à Hiperactividade: leite de vaca; chocolate; aromatizante de uva, laranja; cana-de-açúcar; tomate; produtos de trigo; ovos; derivados do leite; nozes e outros; peixe e soja; sal; refrigerantes (contêm alto nível de fosfato, relacionado com hiperactividade muscular); Ketchup; mostarda; molho de soja; vinagre de maçã; queijos coloridos; carnes processadas/fumadas; Trigo (eliminar só durante uma semana); manteiga com corante, margarina; sorvete, doces; perfumes;
  • Alimentos com salicilatos (substâncias usadas em alimentos para realçar cor e sabor). Podem bloquear a produção de PROSTAGLANDINA, um fluido corporal que age como hormônio e controla os processos físicos no corpo, estimulando as células nervosas): amêndoa; maçã; damasco; cereja; uva; passa; amora; pêssego; ameixa (também seca); pepino e laranja; molho de tomate; picles; pepino; chás;
  • Eliminar açúcar branco;

Suplementos nutricionais que ajudam no défice de atenção

  • Complexo B; Vitamina C; Cálcio e Magnésio (acalma sistema nervoso e vital para função cerebral); Zinco+Cobre+Ferro (ajuda na síntese da dopamina, noradrelanina e melatonina – regula o sono); Gaba (ácido gama amino butírico) pode reduzir a hiperatividade e distúrbios de aprendizagem (ortomolecular –L-Taurina); Vitamina B6 (ajuda a função mental) Ómega 3 ou DHA (o baixo consumo de DHA na dietaestá relacionado com grande número de doenças cerebrais, com alterações cognitivas e comportamentais durante o desenvolvimento e no envelhecimento. O DHA, popularmente conhecido como ómega 3, é um ácido graxo encontrado em peixes de água fria como o salmão, o arenque ou a anchova e no óleo de fígado de bacalhau, tem ação anti-inflamatória cerebral e ação cognitiva, melhorando a atenção, o raciocínio, e a concentração principalmente no autismo e TDAH, além de contribuir para a boa formação cerebral e desenvolvimento intelectual em crianças. Atua na saúde do cérebro, melhorando a memória e depressão);
  • Nutrientes secundários: Centelha Asiática (melhora a habilidade mental, propriedade de anti ansiedade); Panax Ginseng+ Ginco Biloba (melhora o défice de atenção); Pycnogenol ( melhora na hiperatividade, atenção e coordenação visual-motora); Vitamina C com bioflavonóides ( bom antioxidante, efeitos antistress); L-Tirosina Mucuna Pruriens Rhodiolla Rosea (aumentam os níveis de dopamina); S-Adenosilmetionina (aminoácido com um papel importantíssimo a nível do sistema nervoso, especialmente na regulação do estado de ânimo e humor); Vitamina D3 ou Colecalciferol, que é uma forma da vitamina D (protege ocorpo contra a fraqueza muscular); Probióticos (para fortalecer a flora intestinal);
  • Utilizar alimentos com corantes naturais.

A nível de Terapias Holísticas

ESTUDO NUMEROLÓGICO – Segundo Clara de Almeida (especialista em Numerologia) “O Estudo Numerológico é um estudo que nos fornece informações e orientações para ajuda do nosso autoconhecimento, permitindo perceber e desenvolver dons e aptidões, bem como corrigir pontos fracos.”

Este aspecto é muito importante para delinear metas e objetivos. Perceber a nossa missão, estar consciente do nosso caminho, dos obstáculos, dos nossos medos e inseguranças para assim poder percebê-los e ultrapassá-los.

CHIKUNG – Segundo informações evidenciadas e fornecidas no Curso de Terapeuta Holístico, as várias escolas de Chikung explicam que esta é uma terapia que fortalece a nossa energia vital, mediante um exercício combinado de respiração, movimento e intenção.  Permite o controle da ansiedade através da respiração, conservação da saúde, longevidade, evolução espiritual e aproximação da Natureza.

PNL – A programação neurolinguística de acordo com seus criadores, Richard Bandler, matemático e programador de computadores e John Grinder, linguista, é uma metodologia que estuda a estrutura subjectiva da experiência humana e sua aplicação na geração de novos ou melhorados comportamentos. Trata-se de uma ferramenta educacional. Esta terapia veio revolucionar a nossa maneira de pensar, sentir, agir e viver. Ajuda-nos a conhecer a nós próprios e aos outros, utilizando técnicas e exercícios os vários canais de comunicação interpessoal. Ajuda a aliviar traumas, a criar pensamentos mais positivos, a mudar hábitos antigos, a resolver conflitos interiores, a construir novas crenças, assim como intensifica a auto-estima, intensifica a responsabilidade, cria uma atitude mental positiva e um futuro mais atraente.

FLORAIS DE BACH – Eduard Bach médico homeopata, bacteriologista e imunologista (1886-1936) desenvolveu grande intuição e sensibilidade, a ponto de sentir as vibrações de cada flor que tocava com as mãos ou com a boca, identificando assim seu poder de cura. Dizia que a doença é a cristalização de uma atitude mental e que basta tratar essa atitude para que a enfermidade cesse. Deve tratar-se a personalidade do paciente e não a enfermidade. A intuição de Bach levou-o a afirmar que a doença não é material, e sim, energética. Devem-se tratar as causas (desequilíbrio energético) e não os efeitos (doença física). Os Florais de Bach têm sido usados nos últimos 80 anos mundialmente como terapia complementar. A terapia floral é um método de cura que atua por estratos, desde a periferia da consciência até ao inconsciente profundo. Funcionam pela estimulação da capacidade do corpo se curar a si mesmo, através do equilíbrio de sensações negativas, auxiliando a pessoa a recuperar o autocontrolo e a sentir-se bem, favorecendo uma transformação pessoal no que toca ao seu modo de agir, ser, pensar sentir e relacionar-se.

NUTRIÇÃO – Na análise crítica da monografia de Sara Lages de Sá Faria sobre “Terapia Nutricional na Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção”, salienta que “os vários estudos realizados mostram que a nutrição desempenha um papel importante na abordagem terapêutica, no entanto, há uma clara necessidade de se realizarem mais estudos controlados, em amostras de grandes dimensões, de modo a determinar o papel concreto da suplementação e das modificações alimentares no tratamento das crianças com esta perturbação.” Acrescenta ainda que “tendo em conta que ainda não existem critérios uniformes na terapia nutricional desta perturbação, é importante promover e explicar a importância de uma alimentação saudável, equilibrada e variada às famílias destas crianças, de modo a que estas tenham uma ingestão adequada de vitaminas, minerais e ácidos gordos essências, permitindo evitar ou suprir possíveis carências nestes nutrientes. De igual modo, é também fundamental despromover o consumo de alimentos ricos em aditivos alimentares sintéticos, como corantes e conservantes, geralmente e infelizmente tão apelativos às crianças. É importante incutir hábitos alimentares e de vida saudáveis que se mantenham ao longo do seu desenvolvimento. Nas crianças já diagnosticadas com PHDA, a terapia nutricional deverá ser incluída numa intervenção terapêutica multidisciplinar, o mais completa e eficaz possível.”

KINESOLOGIA – Segundo informações evidenciadas e fornecidas no Curso de Terapeuta Holística, esta técnica foi descoberta na década de 60 pelo Dr. Goodheart, nos Estados Unidos. Permite, questionando ao corpo através do teste muscular, identificar desequilíbrios físicos, mentais, emocionais, energéticos, psíquicos, estruturais, nutricionais dos corpos subtis e corrigi-los.

Através da Kinesiologia consegue-se que seja o organismo, não só a decidir qual o foco prioritário a tratar, mas também qual a estratégia terapêutica adequada, nesse momento, para resolver o problema.

Capítulo III – Plano de Intervenção

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Capítulo IV – Descrição do caso em estudo

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Capítulo VI – Conclusão

Este estudo procurou mostrar a eficácia de algumas terapias que podem fazer a diferença em crianças com défice de atenção.

Os comportamentos muitas vezes dados como desajustados e incontroláveis, em sala de aula, podem ser minimizados com a aplicação de técnicas de relaxamento e de PNL, assim como a toma regular de florais indicados para a problemática.

A estimulação do reforço positivo, a auto motivação e confiança são de extrema importância neste processo de transformação e de aprendizagem.

O tipo alimentação mais equilibrada e a restrição de muitos alimentos e bebidas (como bebidas gaseificadas, açúcar, bolos…) contribuíram bastante para um melhor desempenho físico e mental do aluno, mostrando de que, efectivamente, os fatores nutricionais têm um papel muito importante e de que alimentos que possuem aditivos alimentares (BHT e BHA), corantes artificiais, aromatizantes, emulsionantes, nitratos e sulfitos podem induzir à hiperactividade.

O estudo fica em aberto porque demonstra muita viabilidade. Ainda haverá muito para melhorar e num futuro próximo.

Ajudou-me a perceber melhor como posso trabalhar com as crianças mais agitadas e incompreendidas e pode ser uma mais valia e ajudar todos os profissionais que no dia a dia lidam com elas.

BIBLIOGRAFIA

 Terapeuta Holística  Prof. Teresa Vieria

Sócia  nº 10 APTHI ( 2500 horas de formação na área)